Versão Piloto

SOBRE A BVS


Divulgar materiais e produções sobre a saúde dos povos indígenas para diferentes públicos: essa é a proposta da BVS Saúde dos Povos Indígenas. Até o momento, já reunimos mais de 3.000 itens, que serão progressivamente disponibilizados para acesso. Esse acervo representa parte da diversidade das pesquisas, projetos e atividades sobre saúde de diferentes povos indígenas do Brasil. 

Esse projeto foi realizado pelo grupo de pesquisas Saúde, Epidemiologia e Antropologia dos Povos Indígenas da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz) e equipe da Seção de Informação (CTIC) do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica (ICICT/Fiocruz), em parceria com o Grupo de Trabalho em Saúde Indígena da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e a Bireme/OPAS/OMS.

Artigos, livros, relatórios, teses, dissertações, entre outros tipos de conteúdos, estão reunidos aqui. Refizemos detalhadamente a identificação bibliográfica de cada item para facilitar a sua busca, dando ainda a opção de levantamentos por palavras-chave/temasregião geográfica e povo indígena. Esse material constituirá uma base de dados para o acervo da rede BIREME/OPAS, de modo que a BVS Saúde dos Povos Indígenas está vinculada a outras bases dessa rede, como a Lilacs.

Progressivamente, vamos incluir outros itens e tipos de materiais como relatórios técnicos, legislação específica, materiais didáticos, produtos audiovisuais, documentos históricos, entre outros. Ressaltamos que não realizamos uma triagem nos materiais, de modo que a equipe não se responsabiliza pelos conteúdos dos documentos.

O trabalho apresentado neste espaço foi uma caminhada de anos até se transformar em uma BVS. Um dos momentos marcantes dessa história foi a Constituição de 1988, quando a luta dos povos indígenas por direitos impulsionou a implementação de políticas públicas, especialmente as voltadas para a diversidade sociocultural, como as ações afirmativas e a criação do subsistema de saúde indígena. Esse cenário propiciou um maior envolvimento da sociedade – incluindo a academia e centros de pesquisas – que passou a produzir ainda mais conhecimento sobre as questões que afetam a saúde dessa população. Vimos ao longo desses 30 anos um crescente dessas produções, e que se reúne agora neste espaço em milhares de itens, mostrando que o debate sobre saúde dos povos indígenas é vívido e bastante significativo. 

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